Autor: Luis Henrique Rolim

Derrota para a sorte-eficiência

Há quem goste de fantasia, drama, celeumas e até terra arrasada. Eu sou daqueles que preferem a realidade. Sendo assim, a derrota do Grêmio por um mísero golzinho diante do invicto Corinthians é daquelas para ser sentida, mas acima de tudo entendida. Não foi um baile do timão, muito menos uma derrota para um futebol vistoso. Acima de tudo, foi uma derrota da sorte-eficiência corinthiana, contra a infelicidade-ineficiência gremista.

Read More

Grêmio derruba mais uma retranca

A vitória do Grêmio por 1 a 0 diante do Bahia mostrou mais uma vez que os adversários precisarão ir muito além de uma estratégia defensiva para sair da Arena com um suado pontinho. Vamos ser sinceros. A estratégia defensiva pensada por Jorginho não foi daquelas pornográficas retrancas com grife de Mourinho. Ela realmente foi eficaz, tirando espaços de Luan na criação entre-linhas e impedindo as combinações laterais do tricolor. Claro, tudo isso seria diferente se Pedro Rocha tivesse marcado na única chance clara de gol aos 37 do primeiro tempo. Justiça também seja feita, antes do apito inicial eu havia concordado com a decisão de Renato Portaluppi em escalar quatro “volantes-armadores” resgatando aquele velho 4-2-3-1 dos tempos de Roger Machado. Caberia a Arthur fazer a velha função de Douglas, sendo o meio-campista avançado ao lado de Luan de falso-nove. E o que aconteceu? O Grêmio realmente se apresentou no melhor modern-style de Roger, com  ampla posse de bola e incessante troca de passes laterais; porém sem profundidade afim de levar perigo a defesa adversária e, de sobra, exposto ao contra-ataque. Felizmente Portaluppi não é Roger e Jorginho não é o Mourinho parking the bus do Chelsea. Logo, o treinador gremista desfez a opção de um meio-campo com Arthur e colocou Éverton. Entretanto não era um jogo para o guri da base tal qual foi em Chapecó – com espaços para explorar sua velocidade e contra-ataque. Nesse meio-tempo foi quando...

Read More